
Márcia Mendes de Lima[1]
Olhar um projeto como parte da construção do conhecimento é muito desafiador, como professor entendo um projeto como a construção de algo que deve ser novo e estimulante, e ser trabalhado com responsabilidade e flexibilidade para atingir os reais objetivos da educação atual.
Para isso é necessário tempo e muito planejamento, e atualmente os professores lotados com aulas além da sua carga horária, muitos sem tempo para planejar, pois para manter - se melhor, tem que ter dois ou mais empregos, tornando o trabalho com projetos casos raros de professores que doam seu tempo para que eles aconteçam.
Elisabeth[2] coloca uma visão atual e renovadora do trabalho com projetos, diferenciando os trabalhos temáticos, que engessam o aprendizado do aluno e os projetos que devem ser flexíveis e interessantes.
Os professores tornam – se orientadores de seus alunos, propondo temáticas, intenções e metodologia, acompanhando e incentivando o desenvolvimento do aprendizado.
Como Elisabeth expõe o processo deve ser flexível, podendo ser revisto, estudado, reelaborado e modificado durante toda sua extensão. O aluno deve desenvolver a habilidade em pesquisa, em buscar novas fontes, em encarar novos desafios em busca de respostas para as mais diversas questões.Sendo que os projetos aproximarão as disciplinas, rompendo o isolamento entre elas e mostrando que dentro de um único projeto várias disciplinas trabalham juntas pelo melhor aprendizado dos alunos.
Olhar um projeto como parte da construção do conhecimento é muito desafiador, como professor entendo um projeto como a construção de algo que deve ser novo e estimulante, e ser trabalhado com responsabilidade e flexibilidade para atingir os reais objetivos da educação atual.
Para isso é necessário tempo e muito planejamento, e atualmente os professores lotados com aulas além da sua carga horária, muitos sem tempo para planejar, pois para manter - se melhor, tem que ter dois ou mais empregos, tornando o trabalho com projetos casos raros de professores que doam seu tempo para que eles aconteçam.
Elisabeth[2] coloca uma visão atual e renovadora do trabalho com projetos, diferenciando os trabalhos temáticos, que engessam o aprendizado do aluno e os projetos que devem ser flexíveis e interessantes.
Os professores tornam – se orientadores de seus alunos, propondo temáticas, intenções e metodologia, acompanhando e incentivando o desenvolvimento do aprendizado.
Como Elisabeth expõe o processo deve ser flexível, podendo ser revisto, estudado, reelaborado e modificado durante toda sua extensão. O aluno deve desenvolver a habilidade em pesquisa, em buscar novas fontes, em encarar novos desafios em busca de respostas para as mais diversas questões.Sendo que os projetos aproximarão as disciplinas, rompendo o isolamento entre elas e mostrando que dentro de um único projeto várias disciplinas trabalham juntas pelo melhor aprendizado dos alunos.
[1] Márcia Mendes de Lima, Graduada em Ciências Biológica pela UNIRON/Porto Velho – RO, e Pós – graduada em Metodologia e Didática do Ensino Superior pela UNESC/Cacoal- RO.
[2] ALMEIDA, Maria Elizabeth. Como se trabalha com projetos. Revista TV Escola, [S.l.], n. 22, p.35-38, 2001. Entrevista concedida a Cláudio Pucci. Disponível em:






